Copiado do meu ex blog “arco-íris-perdido”
2007/12/31
Fui hoje, último dia do ano de 2007, ver "Call girl" de José Pedro de Vasconcelos. Bom entretenimento, e sabe bem ver no ecrã aquilo que nós desconfiamos que acontece no nosso país. Os labirintos do poder , podem ser como o santinho de pau carunchoso. Bonitos por fora e carunchosos por dentro. Belas fotos de Lisboa, belos hotéis, a zona da Expo a fazer um figurão, muitos palavrões ( talvez um pouco exagerado), muito “glamour”, muito sexo , ....e uma bela prostituta que ....parte com o "cacau" todo...e deixa todos f....didos.
Ela diz a fotogramas tantos" prefiro ser infeliz no meu Audi, do que sentada num banco de autocarro...."
Não gostei muito da imagem da " mulher" que é dada no filme. Ou a chata da mulher ou a amante, ou a prostituta de luxo .
O presidente lá de Vila Nova diz a fotogramas tantas, a respeito da amante e da mulher, vou citar: " uma é para eu foder a outra fode-me o juízo". Entretanto metem-lhe a prostituta de luxo pela frente, e esta passa a ser um forte argumento para este homem, finalmente autorizar o abate de milhares de sobreiros para um empreendimento de luxo.
E é ver notas a rolar.....
Cá para mim , tanto faz Audi , Opel, ou autocarro, ambos me levam de um lado para outro, bom, bom, é ter a sensação de que na vida andamos à procura do melhor... e a saúde, amor, valores, são o melhor. Mas a procura não é fácil, embora só isso faça sentido.
Margarida, a ver cinema português
domingo, 6 de setembro de 2009
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