Copiado do meu ex blog “arco-íris-perdido”
2008/07/10
A chuva, outra vez a chuva sobre as oliveiras.
Não sei porque voltou esta tarde
se minha mãe já se foi embora,
já não vem à varanda para a ver cair,
já não levanta os olhos da costura
para perguntar:Ouves?
Oiço, mãe, é outra vez a chuva,
A chuva sobre o teu rosto.
Poema Eugénio de Andrade in Escrita da Terra Edições Limiar
domingo, 6 de setembro de 2009
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