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domingo, 6 de setembro de 2009

Delirantes as ficções feitas ....

Copiado do meu ex blog “arco-íris-perdido”


2008/07/12

....a partir do modelo de avaliação dos professores



Avaliação dos professores



Opinião de uma advogada





Já que muitos jornalistas e comentadores

defendem e compreendem o modelo proposto

para a avaliação dos docentes, estranho que,

por analogia, não o apliquem a outras

profissões (médicos, enfermeiros, juízes, etc.).



Se é suposto compreenderem o que está

em causa e as virtualidades deste modelo,

vamos imaginar a sua aplicação a uma outra

profissão, os médicos.



A carreira seria dividida em duas:



Médico titular (a que apenas um terço dos

profissionais poderia aspirar) e Médico.



A avaliação seria feita pelos pares e pelo

director de serviços. Assim, o médico titular

teria de assistir a três sessões de consultas,

por ano, dos seus subordinados, verificar o

diagnóstico, tratamento e prescrição de todos

os pacientes observados. Avaliaria também

um portefólio com o registo de todos os

doentes a cargo do médico a avaliar,

com todos os planos de acção, tratamentos

e respectiva análise relativa aos pacientes.



O médico teria de estabelecer, anualmente

os seus objectivos: doentes a tratar,

a curar, etc.

A morte de qualquer paciente, ainda

que por razões alheias à acção médica,

seria penalizadora para o clínico, bem

como todos os casos de insucesso na cura,

ainda que grande parte dos doentes sofresse

de doença incurável, ou terminal.

Seriam avaliados da mesma forma todos

os clínicos, quer a sua especialidade

fosse oncologia, nefrologia ou cirurgia estética...



Poder-se-ia estabelecer a analogia completa,

mas penso que os nossos 'especialistas'

na área da educação não terão dificuldade

em levar o exercício até ao fim.



A questão é saber se consideram

aceitável o modelo?



Caso a resposta seja afirmativa, então

porque não aplicar o mesmo, tão

virtuoso, a todas as profissões?



Será???!!!

Já agora...



Poderiam começar a "experiência" pela

Assembleia da República e

pelos (des)governantes...





"PORREIRO PÁ!!!!..."

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