Copiado do meu ex blog “arco-íris-perdido”
2008/09/12
Ausência de empatia da pastilha elástica, a falta de
comunicação do papel higiénico , a incoerência de
critérios para distinguir o tintol do Sumol, a não
aceitação de críticas pelos eternamente criticados,
enfim...uf...a não existência de um clima tropical
favorável a umas sesta lamechas e à aprendizagem
da tabuada dos quadradinhos, e à relação afectiva
baseada nas ervilhas de soja, nos bombons e nas flores
cor de rosa, vai-se acentuando e "sufocando" tanto
a gata perneta, como o galo do talho, por
culpa de ambos.
Surge então um documento assinado, com a lista dos
peixinhos pequenos comidos pela gata perneta,
subscrito por umas linhas de costura, que foi
entregue pela vizinha invejosa da gata perneta quase
sufocada, à Josefina, cantora dos ratos, que, lançando um grito
à moda de fado, manda retirar a pastilha elástica seca,
e deitar ao mar o papel higiénico. O galo do talho dá
um último passeio em cima da gata perneta , mas com
a sua falta de jeito e peso, sufoca a coitada, de vez.
Deu assim o seu último suspiro, a gata , e atiradas as
suas cinzas ao mar, pode finalmente encontrar a paz infinita ,
junto do papel higiénico e da pastilha elástica,
um pouco fedorentos, mas...mesmo assim a fazer lembrar
o passado. O galo contente faz a sua última farra de tintol e
Sumol, e mais dia menos dia morreu, de tanto contentamento.
Fizeram-lhe uma estátua em barro que caiu um dia de cima
do portátil , que escorregou mas não partiu, da almofada
que estava por cima da TV , quando passava o anúncio
do cachorro que gostava de brincar com o papel higiénico.
Foi azar para a estátua de barro, pois a almofada só
esteve lá meio segundo.
Que giro!
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
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