Copiado do meu ex blog “arco-íris-perdido”
2008/05/22
O quarto soneto do Português Errante
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Eu sou o que assaltou o paraíso
E disse não.eu sou o subversivo.
Meu reino é entre a lágrima e o riso.
E só de me querer livre sou cativo.
Já vi a cor do Acaso e do Destino.
Neguei o céu cuspi no infinito.
Então disse o que foi e o que há-de vir.
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Manuel Alegre, in Atlântico , Moraes Editores
domingo, 6 de setembro de 2009
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