Copiado do meu ex blog “arco-íris-perdido”
2007/06/18
Tudo o que faço é com o coração.
É melhor trabalhar com ele do que apenas ser bom profissional, seja ele no que for. Trabalhando com o coração, mostramos que o ser e o saber andam de mãos dadas ou melhor existem na mesma mão.
O importante não é mostrar aos outros que somos bons mas convencermo-nos a nós próprios que em cada momento fazemos as melhores escolhas, as mais autênticas, as mais humanas.
Um relacionamento afectivo, especial, entre um homem e uma mulher, deve caminhar sempre, no sentido da aproximação entre eles, tanto no aspecto psicológico como físico. Que nome dar a isso? Nenhum. Não é preciso. É preciso viver assim, nunca esquecendo que ninguém é de ninguém e que há dias mais agradáveis que outros.
A construção de uma casa , a organização de um espaço também deve contemplar tanto a parte material, o saber técnico e científico, como a questão humana. É preciso ter sempre em conta as pessoas, que vão habitar a casa , viver no espaço. Tudo o que fazemos como humanos deve sempre contemplar estes aspectos.
Amar é apenas uma palavra. Qual o nome da rosa? A rosa tem um nome, mas existe ignorando isso. As palavras estão gastas. Dentro de mim, existe um livro, o da minha vida, que à medida que vou envelhecendo vai ficando cada vez mais interessante. A consciência de que, a cada dia escolho escrever mais uma bela página, faz-me muito feliz.
sábado, 5 de setembro de 2009
Um livro precioso, inesquecível, dentro de mim, como uma rosa, não a palavra, mas ela em si mesmo.
Etiquetas:
Estados de alma.,
Reflexões sobre a vida,
Sou professora
Publicada por
Margarida
à(s)
07:32
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário