È um filme de Michael Moore. Era para ir com uma jovem pessoa, ver um filme em que uma rapariga se apaixona por um vampiro ( Lua nova) . Ainda bem que não fui. Para além do brilho dos néones, está na sombra uma América vítima do capitalismo. Michael Moore mostra-nos , num estilo muito ao seu jeito, uma colagem de documentários e alguma ficção, que nos abre os olhos e a mente, para o coração dos que sofrem injustamente por abusos de quem só quer o lucro imediato. Chocante foi saber que algumas empresas fazem seguros de vida para os trabalhadores e que o benefício desse seguro, em caso de morte vai para a empresa e não para a família . Chocantes os exemplos que nos relatou a respeito destes seguros. Em relação à habitação , documentou casos em que as pessoas vão para o olho da rua , sem qualquer hesitação : uma família que vivia há quatro gerações na mesma quinta, é escorraçada, "despejada" como se de verdadeira sujidade se tratasse, do fundo de um caixote de lixo.Já não aguentavam a subida de juros do empréstimo que fizeram para aí construir uma habitação.Foi revoltante ver as lágrimas sinceras e a raiva na cara deste ferroviário e de sua mulher que trabalhava num lar de idosos. Enfim muito podia relatar, ...mas a pergunta fica no ar, tem sido a América uma democracia , ou são antes os bancos que a tem governado segundo as suas conveniências ?
Mas a Constituição dos Estados Unidos começa assim: Nós o Povo...
Aconselho vivamente a todos os que querem ver mais para além do brilho dos néones....
domingo, 29 de novembro de 2009
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