Li hoje no rodapé de um noticiário de um canal televisivo, que numa empresa dos Estados Unidos um funcionário se suicidou depois de matar dois dos seus colegas.
Imaginemo-los a avaliarem-se mutuamente: "Olha pá, eu odeio-te e tenho razões para isso , pois não tens deixado de me criar problemas e dar cabo do juízo,mas mesmo assim , tu és um trabalhador fantástico. Parabéns. Pimba, pega lá um tirito para selar a avaliação .Vamos para o céu, lá não há avaliação feita por quem nos odeia."
Em relação ao modelo de avaliação de professores, hoje acordado: não acredito na avaliação feita por colegas, nem no mau “ambiente “ que ele vai continuar a cultivar em “terrenos “ pouco consistentes. Num local onde se deveria fomentar o diálogo, a democracia, o conhecimento, a cooperação, a verdade, os valores, entra agora mais um motivo para a divisão e a desconfiança : a competição entre pares com alguns destes, que também competem , a arbitrar. Não acredito neste modelo de avaliação, nem acredito que a escola vá melhorar. Sou realista e não vejo instalados na escola os ingredientes necessários que conduzam a uma melhoria radical no sistema.
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
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