Olhar é ver para além das aparências; relatar o que se vê com falinhas mansas e bem comportadinhas vai impedir-nos de duas coisas: de realmente analisarmos em profundidade o que vemos e de algumas vez comunicarmos a profundidade do nosso pensamento e vivências.
Ouvir dizer que na minha outra escola havia lutas de brancos contra negros e agora nesta vejo lutas de pretos contra pretos , dizer isso sem ir mais fundo sem falar na luta pelos poderes,na economia, no urbanismo, etc.,.... e na ausência de uma cultura clara dessa escola, entendida e apreendida por todos, é muito pouco. Ficam os jogos florais e muito dinheiro para os sustentar.
Cá neste país temos medo de falar o que realmente pensamos pois podemos perder os nossas pretensas amizades, que por vezes nos dão pequenos tachinhos,...pfffffffffffffffff,....mas este país precisa também de uma outra
..................................pirâmide .............pffffffffffff...
.............................para acolher uma alma aguerrida,.............................................. com mais.................................................................................................................................................................................................................................... ESPINHA ................................................................................................................... que anda .........................................................adormecida.............................................................................
Se não for assim vamos ter um dia que aceitar outros olhos para analisarem a nossa realidade......................................................................................pffffff .........................................................................................pffffff que VERGONHA.
Disse eu aos meus alunos de Educação Visual durante décadas: ver não é só olhar.
Coisas deste domingo com memórias de sábado.
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domingo, 20 de fevereiro de 2011
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Portugal, Rinchoa e Egipto - dilemas tripolares: estámos mortos?...há quantos anos?
Estou tripolar, ando tripolar:
Num extremo as minhas emoções tristes parecem um caldeirão só de pensar na sociedade mais gélida que a morte em que nos transformámos: uma velhota na Rinchoa morre só, e só passados nove anos este povo (nós) que era fraterno e cheio de sentimentos nos poemas , dá por ela e toca no cadáver da senhora , isto é NOSSO . Isto é uma vergonha para nós todos, e não sei quando isto deixará de pesar na nossa consciência. O urbanismo de torres de gavetas fechadas em que nos enfiaram é o mais directo responsável e os defensores do quanto mais cimento mais me entra pelo bolso adentro idem aspas,.....................PRECISAMOS DE QUALIDADE NÂO DE QUANTIDADE:
No outro extremo temos as moções de censura , ou melhor , a moção do BE e a consciência de que somos um país cheio de gritantes desigualdades e que ainda não se escolheu o caminho para as resolver, .................mas ao mesmo tempo tenho receio mais que fundamentado de que um governo PSD ainda poderá ser pior. DILEMAS deprimentes.
No terceiro polo deparo-me com um povo , o Egípcio que nos tempos dos faraós faraónicos, há milhares de anos morria abandonado e só nas margens do Nilo e que hoje se levanta pela justiça, construindo uma pirâmide muito mais majestosa que todas as outras : a pirâmide para a sua alma justa, lutadora e generosa. Povo persistente e que não desiste. Isto é altamente contagioso e faz-me pensar se não virá aí uma revolução mundial para um planeta mais fraterno onde se pense mais no amor na partilha e menos na ganância.
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Num extremo as minhas emoções tristes parecem um caldeirão só de pensar na sociedade mais gélida que a morte em que nos transformámos: uma velhota na Rinchoa morre só, e só passados nove anos este povo (nós) que era fraterno e cheio de sentimentos nos poemas , dá por ela e toca no cadáver da senhora , isto é NOSSO . Isto é uma vergonha para nós todos, e não sei quando isto deixará de pesar na nossa consciência. O urbanismo de torres de gavetas fechadas em que nos enfiaram é o mais directo responsável e os defensores do quanto mais cimento mais me entra pelo bolso adentro idem aspas,.....................PRECISAMOS DE QUALIDADE NÂO DE QUANTIDADE:
No outro extremo temos as moções de censura , ou melhor , a moção do BE e a consciência de que somos um país cheio de gritantes desigualdades e que ainda não se escolheu o caminho para as resolver, .................mas ao mesmo tempo tenho receio mais que fundamentado de que um governo PSD ainda poderá ser pior. DILEMAS deprimentes.
No terceiro polo deparo-me com um povo , o Egípcio que nos tempos dos faraós faraónicos, há milhares de anos morria abandonado e só nas margens do Nilo e que hoje se levanta pela justiça, construindo uma pirâmide muito mais majestosa que todas as outras : a pirâmide para a sua alma justa, lutadora e generosa. Povo persistente e que não desiste. Isto é altamente contagioso e faz-me pensar se não virá aí uma revolução mundial para um planeta mais fraterno onde se pense mais no amor na partilha e menos na ganância.
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
A juventude SOL decreta um outro olhar sobre o Egipto.
A juventude egipcia ...
( ai o acordo financeiro, perdão , gramatical que acaba com o Egipto e decreta EGITO e o povo fica como: povo Egicio???????????.............pffffffffffffffffffffff ) , uma juventude da era da rede mundial de computadores, isto é da comunicação , do intercâmbio de diferentes culturas, pensamentos, faz nascer num deserto caduco, uma flor revolucionária.Põe em causa um regime ganancioso, antidemocrático. estes jovens são persistentes, lutadores e eu estou ABSOLUTAMENTE FASCINADA.
Aquele jovem director de não sei quantos da Google do Egipto, chorou os 300 mortos desta revolução em directo; aquela televisão árabe, tipo CNN , acessível a todos os países da região de lá e cá, democrática segundo consta também parece que ajudou a reflectir este povo.
Já há milhares de anos houve um faraó cujo nome não me recordo , decretou como seu Deus o sol e questionou tudo, infelizmente foi assassinado, esperemos que não aconteça o mesmo a esta povo que agora "se levanta do chão".
( ai o acordo financeiro, perdão , gramatical que acaba com o Egipto e decreta EGITO e o povo fica como: povo Egicio???????????.............pffffffffffffffffffffff ) , uma juventude da era da rede mundial de computadores, isto é da comunicação , do intercâmbio de diferentes culturas, pensamentos, faz nascer num deserto caduco, uma flor revolucionária.Põe em causa um regime ganancioso, antidemocrático. estes jovens são persistentes, lutadores e eu estou ABSOLUTAMENTE FASCINADA.
Aquele jovem director de não sei quantos da Google do Egipto, chorou os 300 mortos desta revolução em directo; aquela televisão árabe, tipo CNN , acessível a todos os países da região de lá e cá, democrática segundo consta também parece que ajudou a reflectir este povo.
Já há milhares de anos houve um faraó cujo nome não me recordo , decretou como seu Deus o sol e questionou tudo, infelizmente foi assassinado, esperemos que não aconteça o mesmo a esta povo que agora "se levanta do chão".
sábado, 5 de fevereiro de 2011
"Inside job"- o cinema com discurso político e filosófico.
Este filme pretende explicar a crise financeira em que a Ámérica e a Islândia mergulharam .
Só apareceu uma obra de arte neste filme.
Pareceu-me desde o início muito técnico, com muitos especialistas de finanças e economia a falar , muitas imagens de casas vazias ( abandonadas por quem as não conseguiu pagar ), muitos desempregados a viver em tendas de campismo, etc .
Só apareceu uma obra de arte neste filme.
Cheguei a saturar com tanta ganância pelo dinheiro que estes senhores evidenciaram Tanto especialista que se vendeu para dizer bem de bancos países falidos (Islandia!).
Tudo muito técnico, que saturação.
Só apareceu uma obra de arte neste filme.
Apetecia mesmo algo de especial , pfffffffffff, tanto senhor das finanças a falar SATURA !!!!!!!!!!
Saturada estava a ficar, de ver gabinetes, close-ups da cara de professores de economia que se venderam ao sistema , histórias e mais histórias do tempo de Bush, Clinton, e Obama e da estranha necessidade que eles tem de chamar para a governação quem esteve ligado ao desregulamento financeiro .
Só apareceu uma obra de arte neste filme.
Piada teve, depois do desmoronamento de algumas entidades financeiras, numa reunião da alta finança ser dito : por favor nós (banqueiros) somos, fomos muito gananciosos, políticos nos governos , por favor façam regulamentos que nos controlem.
Que lindo!
Resumindo: assisti ao pecado que levou à crise financeira, assisti ao mea culpa, vi tudo de forma transparente, que lindo. Agora que tudo se desmoronou como um castelo de cartas é giríssimo ver tudo o que está para trás de forma transparente, mesmo sabendo que a consequência são milhões no desemprego, que os mesmos e outros ficaram sem casa, não mandaram os filhos para a universidade , viram os seus salários reduzidos, etc, mas................... VER TUDO PARA TRÀS DE FORMA TRANSPARENTE È UM ESPECTÁCULO,
...........................................................................POR ISSO FUI AO CINEMA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!.
Mas a surpresa AINDA estava para vir, e a minha alma ia ficar parva:
Estava este filme muito técnico e transparente a acabar quando aparece um outro coladinho a ele e completamente diferente:
-aparece uma obra de arte: a estátua da liberdade , com um movimento de câmara muito aéreo, uma música lamechas a passar , e uma mensagem : há sempre uma coisa pela qual vale a pêna lutar ( a liberdade).
Então esqueçamos a questão técnica, a transparência o mea culpa sobre a crise financeira: é tudo lindíssimo e tudo se justifica porque esta é uma terra de uma maravilhosa liberdade inclusivé e principalmente para os especuladores e gananciosos que desregularam em LIBERDADE o sistema financeiro, e a economia.
E pergunto eu, porque não se dá também ao povo a liberdade de assaltar bancos?
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Só apareceu uma obra de arte neste filme.
Pareceu-me desde o início muito técnico, com muitos especialistas de finanças e economia a falar , muitas imagens de casas vazias ( abandonadas por quem as não conseguiu pagar ), muitos desempregados a viver em tendas de campismo, etc .
Só apareceu uma obra de arte neste filme.
Cheguei a saturar com tanta ganância pelo dinheiro que estes senhores evidenciaram Tanto especialista que se vendeu para dizer bem de bancos países falidos (Islandia!).
Tudo muito técnico, que saturação.
Só apareceu uma obra de arte neste filme.
Apetecia mesmo algo de especial , pfffffffffff, tanto senhor das finanças a falar SATURA !!!!!!!!!!
Saturada estava a ficar, de ver gabinetes, close-ups da cara de professores de economia que se venderam ao sistema , histórias e mais histórias do tempo de Bush, Clinton, e Obama e da estranha necessidade que eles tem de chamar para a governação quem esteve ligado ao desregulamento financeiro .
Só apareceu uma obra de arte neste filme.
Piada teve, depois do desmoronamento de algumas entidades financeiras, numa reunião da alta finança ser dito : por favor nós (banqueiros) somos, fomos muito gananciosos, políticos nos governos , por favor façam regulamentos que nos controlem.
Que lindo!
Resumindo: assisti ao pecado que levou à crise financeira, assisti ao mea culpa, vi tudo de forma transparente, que lindo. Agora que tudo se desmoronou como um castelo de cartas é giríssimo ver tudo o que está para trás de forma transparente, mesmo sabendo que a consequência são milhões no desemprego, que os mesmos e outros ficaram sem casa, não mandaram os filhos para a universidade , viram os seus salários reduzidos, etc, mas................... VER TUDO PARA TRÀS DE FORMA TRANSPARENTE È UM ESPECTÁCULO,
...........................................................................POR ISSO FUI AO CINEMA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!.
Mas a surpresa AINDA estava para vir, e a minha alma ia ficar parva:
Estava este filme muito técnico e transparente a acabar quando aparece um outro coladinho a ele e completamente diferente:
-aparece uma obra de arte: a estátua da liberdade , com um movimento de câmara muito aéreo, uma música lamechas a passar , e uma mensagem : há sempre uma coisa pela qual vale a pêna lutar ( a liberdade).
Então esqueçamos a questão técnica, a transparência o mea culpa sobre a crise financeira: é tudo lindíssimo e tudo se justifica porque esta é uma terra de uma maravilhosa liberdade inclusivé e principalmente para os especuladores e gananciosos que desregularam em LIBERDADE o sistema financeiro, e a economia.
E pergunto eu, porque não se dá também ao povo a liberdade de assaltar bancos?
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