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quinta-feira, 4 de março de 2010

Leandro, 12 anos, já cá não está.

O autor de bulling pensa que o poder se conquista pela violência física ou psicológica, e este é um conceito de vida entranhado na sua cabeça, por isso o bulling é forma de vida continuada.
Os autores de bulling são ambiciosos e medíocres.


Nem a escola nem a família devem ignorar. Temos que ter valores diferentes e não hesitar em os exercer: impormos as nossas crenças com inteligência e aceitação do "diferente" são melhor caminho para encontrarmos um espaço e papel na sociedade, que exercer a boçalidade do bulling .
Há na escola os profissionais adequados , como psicólogos, assistentes sociais , intermediadores culturais , funcionários em qualidade e número suficiente para atalharem e corrigirem comportamentos desviantes? Não.

Mesmo assim, isso não desculpa que os professores de forma cooperativa e organizada não tenham actuado e evitado o suicídio do Leandro.

Pergunto-me a mim mesmo o que fazem certas associação de pais á volta da Escola. A intervenção do presidente da Associação de pais da escola do Leandro é um insulto à nossa inteligência e sensibilidade.

Na Escola Jorge Peixinho as coisas correm mal, muito mal também...não há explicação para que uma adolescente seja humilhada de forma continuada pelos seus pares. E quando os adultos ignoram, também eles a humilham.


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