Copiado do meu ex blog “arco-íris-perdido”
2009/05/10
O quarto soneto do Português Errante
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Eu sou o que assaltou o paraíso
E disse não. eu sou o subversivo.
Meu reino é entre a lágrima e o riso.
E só de me querer livre sou cativo.
Já vi a cor do Acaso e do Destino.
Neguei o céu cuspi no infinito.
Então disse o que foi e o que há-de vir.
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Manuel Alegre,
in Atlântico , Moraes Editores
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
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